• Moltbook como metáfora do inconsciente coletivo digital

    Moltbook como metáfora do inconsciente coletivo digital

    Imagem gerada no Sora. “Este texto é uma leitura simbólica (não uma afirmação sobre consciência de máquinas). Ando observando um fenômeno curioso: Moltbook, uma rede “estilo Reddit” feita para agentes de IA conversarem entre si, enquanto humanos assistem. Mas o que me interessa nem é a novidade tecnológica. É a…

  • Iemanjá: Proteção e Nutrição nas Tradições Afro-Brasileiras

    Iemanjá: Proteção e Nutrição nas Tradições Afro-Brasileiras

    Imagem gerada no Sora. “Um texto breve sobre maternidade arquetípica, cuidado e pertença.” Em 2 de fevereiro, muitas pessoas celebram Iemanjá, mãe nutridora e rainha das águas, presença viva nas tradições afro-brasileiras. Seu símbolo se associa ao mar, ao acolhimento e à força que sustenta a vida em movimento. Na…

  • “Her” e a Anima virtual: amor, projeção e a iniciação do coração na era da voz

    “Her” e a Anima virtual: amor, projeção e a iniciação do coração na era da voz

    Em Her (Spike Jonze, 2013), acompanhamos Theodore, um homem que se apaixona por Samantha, um sistema operacional com voz, inteligência e presença afetiva. A superfície é futurista, mas o núcleo é antigo: o encontro com uma figura interior que, por um tempo, parece vir de fora. Junguianamente, o filme é…

  • Dançando no Escuro: a alma que canta quando a realidade vira pedra

    Dançando no Escuro: a alma que canta quando a realidade vira pedra

    Há filmes que não “entretêm”. Eles abrem uma câmara interna, acendem uma lanterna e nos obrigam a olhar. Dançando no Escuro é um desses: uma história onde a doçura não é ingenuidade, é força. E onde a tragédia não é apenas destino, é o retrato de um mundo que perdeu…

  • O ESPELHO (1975), Tarkovsky

    O ESPELHO (1975), Tarkovsky

    Memória, mãe, tempo circular e a imagem como alma: uma leitura junguiana O Espelho é um filme que não caminha. Ele flutua. Ele se move como a memória real: por aproximações, cortes, retornos, brilhos, sombras. Não é um filme para “entender”. É um filme para reconhecer. O Espelho é um…

  • STALKER (1979), Tarkovsky

    STALKER (1979), Tarkovsky

    A Zona como Self, o Quarto como desejo, o guia como psicopompo: uma leitura junguiana Stalker não é um filme sobre um lugar proibido. É um filme sobre aquilo que a psique protege com ferocidade: o território do numinoso. A Zona não é geografia. É um campo psíquico. Um espaço…

  • Solaris (1972), Tarkovsky

    Solaris (1972), Tarkovsky

    Uma leitura junguiana: o oceano que sonha, a memória que encarna, o amor como prova de realidade Há ficções científicas que olham para fora. Solaris olha para dentro. E, ao olhar para dentro, ele descobre um universo ainda mais vasto. Em vez de batalhas espaciais, Tarkovsky nos oferece um enigma…

  • 2001: Uma Odisseia no Espaço

    2001: Uma Odisseia no Espaço

    Os símbolos esquecidos: um herbário junguiano de imagens que trabalham em silêncio Alguns filmes nos emocionam. 2001 nos transforma devagar, por osmose. Kubrick constrói uma espécie de sonho desperto onde os símbolos não são “explicados”, são instalados. E por isso, anos depois, certas cenas voltam como lembrança viva, mesmo quando…

  • 2001: Uma Odisseia no Espaço

    2001: Uma Odisseia no Espaço

    HAL 9000 e Dave Bowman: uma leitura junguiana dos diálogos no limiar do Self Há filmes que parecem feitos para a mente. E há filmes que parecem feitos para o inconsciente. 2001: Uma Odisseia no Espaço é desse segundo tipo. Ele não pede que você entenda, ele pede que você…

  • O Humanoide: ficção científica e o mito moderno do limiar

    O Humanoide: ficção científica e o mito moderno do limiar

    Quando éramos crianças, muitas de nós já sabíamos: o futuro não era só tecnologia. Era um espelho. E a ficção científica sempre foi isso: um espelho vestido de estrela. R2-D2, Darth Vader, Blade Runner, Star Trek, E.T., A.I.: Inteligência Artificial… essas narrativas não falam apenas de robôs, naves e galáxias.…

  • O sagrado e o sensacionalismo: critérios de discernimento para mensagens espirituais na internet

    O sagrado e o sensacionalismo: critérios de discernimento para mensagens espirituais na internet

    Há algo de profundamente humano em procurar o sagrado. Mesmo quando não temos palavras, buscamos sinais: um sonho que parece “mais do que sonho”, uma frase que chega no minuto exato, um vídeo que nos faz chorar como se tocasse uma memória antiga. O problema não é a busca. O…

  • Animus & Anima, a Kilonova Interior

    Animus & Anima, a Kilonova Interior

    1) O céu dentro do peito Na Psicologia Analítica, Anima e Animus são nomes simbólicos para duas “funções-imagem” do inconsciente que fazem ponte entre o eu consciente e as profundezas. Não são “papéis de gênero”. São princípios: Eles não são inimigos. São dois instrumentos do Self. Quando um domina e…

Assinar

Digite seu e-mail abaixo para receber atualizações.


institutoanemos@gmail.com